Vejam que interessante e importante esse artigo, pessoal...
As crianças que convivem com animais
de estimação são menos propensas a
desenvolver alergias aos animais, segundo
um estudo publicado por uma equipe de
investigadores da Clinical and Experimental
Alergy: http://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1111/j.1365-2222.2011.03747.x/abstract
Os investigadores reuniram os dados clínicos,
incluindo o historial de alergias, de 566 crianças
e dos seus pais que estiveram expostos à presença
de animais domésticos.
Quando completaram 18 anos, os cientistas
analisaram amostras de sangue e os
anticorpos presentes no sistema imunológico
que lutam contra alergias de cães e gatos.
As crianças que cresceram em lares com gatos
tinham menos 48 por cento de probabilidades
de contraírem alergias. Em relação aos cães,
as crianças do sexo masculino que crescem
perto do amigo mais fiel do homem, têm menos
50 por cento de probabilidades de contraírem alergias.
Este número não se verifica para as meninas.
Segundo suspeitam, as meninas não desenvolvem
a mesma imunidade que os rapazes porque
interagem de forma diferente com os cães.
A cientista Ganesa Wegienka, uma das
investigadoras, referiu que "se o sistema
imunológico estiver ocupado com exposições
nos primeiros tempos, fica programado
contra as alergias aos animais de estimação.
Embora não tenham a total certeza, os
cientistas suspeitam que a exposição precoce
a alergénios e bactérias relacionadas a animais
domésticos fortalece o sistema imunológico.
O corpo acaba por se habituar aos alergénios
o que ajuda a criança a construir uma imunidade
natural.
Vamos deixar nossas crianças terem seus bichinhos de estimação que tanto querem e gostam?!
Beijos à todos... :)
Tudo que sei sobre gatos
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
Os animais e as emoções
Gente... não é que os animaizinhos também se emocionam?!
Essa matéria saiu no diário do Nordeste, da Globo de lá, em 2.010...
Eu achei demais...pois só comprovam que nossos "amigos animais"são imensamente dotados de sentimentos puros e incondicionais...Por isso, apesar de bem técnico, vale a pena ler e pensar em como tratar os bichinhos...
Um abraço a todos e aproveitem bem a leitura... :)
30/8/2010
*O cérebro dos animais mamíferos não é tão diferente em relação ao dos humanos. Aceitar isto é um desafio atual.
*Fortaleza.* Os animais não são máquinas insensíveis, movidas a estímulos como preconizou o filósofo Descartes. São seres com sentimentos, inteligência, memória, sujeitos a sofrimentos físicos e psíquicos. Assim defende a médica veterinária da Universidade de São Paulo (USP), Irvênia Luiza de Santis Prada, autoridade mundial na comunidade científica na área de Neuroanatomia Animal.
Ela afirma que, desde a década de 60, já está superado o pensamento que limita a capacidade dos bichos. Em recente palestra sobre as emoções dos animais, proferida durante o II Congresso Brasileiro de Bioética e Bem-Estar Animal, ela mostrou que espécies que vivem estressadas, presas ou maltratadas, acabam desenvolvendo males orgânicos. Estes podem se manifestar na pele, ou na forma de diarreias e úlceras, numa espécie de somatização. As chamadas doenças somatizadas não são "privilégio" dos humanos.
Ela contextualiza que a ciência sabe da manifestação da vida. E toda matéria viva é sensível a estímulos do ambiente. Todo ser vivo existe por meio do circuito estímulo-processamento-resposta. No caso dos animais, sejam humanos ou não, o processo prevê dois componentes, um subjetivo e outro objetivo.
São as sensações e as emoções, respectivamente. No processamento, há o sentir. Já a resposta fica no âmbito das emoções. É quando o indivíduo,humano ou não, põe para fora o que sentiu a partir do estímulo recebido.Vale lembrar que a palavra emoção deriva do ex (para fora) e do moção(movimento).
"O animal percebe alguns estímulos no ambiente, que entram no seu organismo e vai até o cérebro. Ao processar, tem a sensação. Ao colocar para fora o que está sentindo, expressa a emoção. Por meio de sinais fisiológicos ou do comportamento, demonstra o que está sentindo. Daí compreendermos que a emoção é uma experiência objetiva e sensação, uma experiência subjetiva",explica ela. Isto coloca desafios para as áreas da ciência e todas as atividades humanas que são relacionadas aos animais.
*Cérebro trino*
Com base nos estudos do pesquisador Mac Lean, a veterinária aponta que se pode identificar a existência do chamado cérebro trino no ser humano, que equivale a três cérebros, cada um correspondente a uma etapa evolutiva diferenciada e fundamental. A mesma estrutura observa-se em alguns mamíferos. Na parte mais profunda, há o Complexo Reptiliano, com funções neurais básicas relativas à reprodução e auto-preservação, regulação cardiovascular e respiratória, comportamento agressivo, demarcação territorial, entre outras. Nos peixes, anfíbios e répteis, é praticamente esse encéfalo o existente.
Na segunda parte do encéfalo, ainda considerando Mac Lean, a pesquisadora aponta o Sistema Límbico, correspondente a estruturas relacionadas à expressão de comportamento acompanhados de emoção. São as emoções primárias básicas, relativas aos comportamentos de auto-preservação e perpetuação da espécie, manifestados por medo, raiva, prazer e outros. Irvênia Prada mostra que o Sistema Límbico circunda o complexo reptiliano e mostra-se bem em todos os animais mamíferos. Por fim, envolvendo as duas primeiras partes,vem o Neocortéx, um complexo de diferentes funções, tornando-se progressivamente mais desenvolvido nos mamíferos mais evoluídos como o ser humano, chipanzés e golfinhos.
No Neocórtex se observam regiões chamadas lobos: fontal, relacionado à deliberação e regulação de ações e comportamentos; pariental, responsável pelo intercâmbio de informações com o restante do corpo; temporal, ligado à noção espacial e algumas funções associativas complexas, como memória; e occipital, relacionado à visão. Segundo Irvênia Prada, a diferença entre os cérebros dos seres humanos e dos demais animais mamíferos dá-se mais em termos de proporção entre as partes. "Em todos os mamíferos, a organização do cérebro é a mesma do ser humano. O cérebro inicial tem uma representação avantajada, o córtex sensório-motor também, mas a área pré-frontal é menos desenvolvida e varia de dimensão nas diversas espécies animais. Nos primatas e golfinhos, ela já se mostra bem desenvolvida".
Ela explica que, na expressão do comportamento, por meio do Sistema Nervoso Autônomo (SNA), há dois aspectos: a fluência e a disfluência comportamental.
Na primeira, os animais exteriorizam atitudes mais harmônicas, como se observa nas atividades de zooterapia com cavalos e cães entre crianças e idosos ou o cão-guia acompanhando cegos. Na disfluência, os bichos expressão profundo mal-estar. Organicamente apresentam respiração acelerada, músculos tensos, pupilas dilatadas, secreções de hormônios do estresse como adrenalina e cortisol, além de picos de pressão arterial. Assim são as cenas de animais brigando ou sendo maltratados em vaquejadas, rodeios ou outras situações
comprometedores do seu bem-estar. Na disfluênciacomportamental,estão em ação estruturas do Sistema Límbico. Já nos momentos de
fluência,que requerem atitudes mais elaboradas, até sutis, entra em ação os circuitos do Neocórtex.
Assim como os seres humanos, os bichos também ficam sujeitos a distúrbios mentais que são somatizados no corpo. Ela cita o caso de uma cadela que atuou no Iraque como farejadora de bombas. Após três anos de trabalho, o animal expressou transtornos pós-traumáticos, semelhantes ao verificados nos humanos.
"A visão cartesiana está ultrapassada. Coloca-se um desafio para os
cientistas, a sociedade, todo mundo que trabalha com espetáculos para diversão humana, pesquisas em laboratório, das pessoas que trabalham com produtos alimentícios de origem animal. Devemos enxergar o animal como um ser que sofre. Não precisamos perguntar se eles têm cérebro, se têm consciência. Basta perguntar se eles sofrem. Isto já é um forte indício de que o ser humano tem que mudar sua atitude em relação aos animais. Eles sofrem, não só fisicamente, nas lesões orgânicas. Sofrem transtornos mentais também".

Essa matéria saiu no diário do Nordeste, da Globo de lá, em 2.010...
Eu achei demais...pois só comprovam que nossos "amigos animais"são imensamente dotados de sentimentos puros e incondicionais...Por isso, apesar de bem técnico, vale a pena ler e pensar em como tratar os bichinhos...
Um abraço a todos e aproveitem bem a leitura... :)
30/8/2010
*O cérebro dos animais mamíferos não é tão diferente em relação ao dos humanos. Aceitar isto é um desafio atual.
*Fortaleza.* Os animais não são máquinas insensíveis, movidas a estímulos como preconizou o filósofo Descartes. São seres com sentimentos, inteligência, memória, sujeitos a sofrimentos físicos e psíquicos. Assim defende a médica veterinária da Universidade de São Paulo (USP), Irvênia Luiza de Santis Prada, autoridade mundial na comunidade científica na área de Neuroanatomia Animal.
Ela afirma que, desde a década de 60, já está superado o pensamento que limita a capacidade dos bichos. Em recente palestra sobre as emoções dos animais, proferida durante o II Congresso Brasileiro de Bioética e Bem-Estar Animal, ela mostrou que espécies que vivem estressadas, presas ou maltratadas, acabam desenvolvendo males orgânicos. Estes podem se manifestar na pele, ou na forma de diarreias e úlceras, numa espécie de somatização. As chamadas doenças somatizadas não são "privilégio" dos humanos.
Ela contextualiza que a ciência sabe da manifestação da vida. E toda matéria viva é sensível a estímulos do ambiente. Todo ser vivo existe por meio do circuito estímulo-processamento-resposta. No caso dos animais, sejam humanos ou não, o processo prevê dois componentes, um subjetivo e outro objetivo.
São as sensações e as emoções, respectivamente. No processamento, há o sentir. Já a resposta fica no âmbito das emoções. É quando o indivíduo,humano ou não, põe para fora o que sentiu a partir do estímulo recebido.Vale lembrar que a palavra emoção deriva do ex (para fora) e do moção(movimento).
"O animal percebe alguns estímulos no ambiente, que entram no seu organismo e vai até o cérebro. Ao processar, tem a sensação. Ao colocar para fora o que está sentindo, expressa a emoção. Por meio de sinais fisiológicos ou do comportamento, demonstra o que está sentindo. Daí compreendermos que a emoção é uma experiência objetiva e sensação, uma experiência subjetiva",explica ela. Isto coloca desafios para as áreas da ciência e todas as atividades humanas que são relacionadas aos animais.
*Cérebro trino*
Com base nos estudos do pesquisador Mac Lean, a veterinária aponta que se pode identificar a existência do chamado cérebro trino no ser humano, que equivale a três cérebros, cada um correspondente a uma etapa evolutiva diferenciada e fundamental. A mesma estrutura observa-se em alguns mamíferos. Na parte mais profunda, há o Complexo Reptiliano, com funções neurais básicas relativas à reprodução e auto-preservação, regulação cardiovascular e respiratória, comportamento agressivo, demarcação territorial, entre outras. Nos peixes, anfíbios e répteis, é praticamente esse encéfalo o existente.
Na segunda parte do encéfalo, ainda considerando Mac Lean, a pesquisadora aponta o Sistema Límbico, correspondente a estruturas relacionadas à expressão de comportamento acompanhados de emoção. São as emoções primárias básicas, relativas aos comportamentos de auto-preservação e perpetuação da espécie, manifestados por medo, raiva, prazer e outros. Irvênia Prada mostra que o Sistema Límbico circunda o complexo reptiliano e mostra-se bem em todos os animais mamíferos. Por fim, envolvendo as duas primeiras partes,vem o Neocortéx, um complexo de diferentes funções, tornando-se progressivamente mais desenvolvido nos mamíferos mais evoluídos como o ser humano, chipanzés e golfinhos.
No Neocórtex se observam regiões chamadas lobos: fontal, relacionado à deliberação e regulação de ações e comportamentos; pariental, responsável pelo intercâmbio de informações com o restante do corpo; temporal, ligado à noção espacial e algumas funções associativas complexas, como memória; e occipital, relacionado à visão. Segundo Irvênia Prada, a diferença entre os cérebros dos seres humanos e dos demais animais mamíferos dá-se mais em termos de proporção entre as partes. "Em todos os mamíferos, a organização do cérebro é a mesma do ser humano. O cérebro inicial tem uma representação avantajada, o córtex sensório-motor também, mas a área pré-frontal é menos desenvolvida e varia de dimensão nas diversas espécies animais. Nos primatas e golfinhos, ela já se mostra bem desenvolvida".
Ela explica que, na expressão do comportamento, por meio do Sistema Nervoso Autônomo (SNA), há dois aspectos: a fluência e a disfluência comportamental.
Na primeira, os animais exteriorizam atitudes mais harmônicas, como se observa nas atividades de zooterapia com cavalos e cães entre crianças e idosos ou o cão-guia acompanhando cegos. Na disfluência, os bichos expressão profundo mal-estar. Organicamente apresentam respiração acelerada, músculos tensos, pupilas dilatadas, secreções de hormônios do estresse como adrenalina e cortisol, além de picos de pressão arterial. Assim são as cenas de animais brigando ou sendo maltratados em vaquejadas, rodeios ou outras situações
comprometedores do seu bem-estar. Na disfluênciacomportamental,estão em ação estruturas do Sistema Límbico. Já nos momentos de
fluência,que requerem atitudes mais elaboradas, até sutis, entra em ação os circuitos do Neocórtex.
Assim como os seres humanos, os bichos também ficam sujeitos a distúrbios mentais que são somatizados no corpo. Ela cita o caso de uma cadela que atuou no Iraque como farejadora de bombas. Após três anos de trabalho, o animal expressou transtornos pós-traumáticos, semelhantes ao verificados nos humanos.
"A visão cartesiana está ultrapassada. Coloca-se um desafio para os
cientistas, a sociedade, todo mundo que trabalha com espetáculos para diversão humana, pesquisas em laboratório, das pessoas que trabalham com produtos alimentícios de origem animal. Devemos enxergar o animal como um ser que sofre. Não precisamos perguntar se eles têm cérebro, se têm consciência. Basta perguntar se eles sofrem. Isto já é um forte indício de que o ser humano tem que mudar sua atitude em relação aos animais. Eles sofrem, não só fisicamente, nas lesões orgânicas. Sofrem transtornos mentais também".
segunda-feira, 13 de junho de 2011
Complexo Respiratório Viral Felino
Gente... isso é deveras importante... para quem tem gatinhos, então... fiquem alertas...
Beijos...
http://www.webanimal.com.br/gato/rinocalici.htm
Beijos...
http://www.webanimal.com.br/gato/rinocalici.htm
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
Meninos e meninas... Olhem que matéria interessante...
... foi um e-mail mandado pela minha irmã... e eu achei de muita relevância, por isso está postado...
Ronronterapia
Gatos têm poderes terapêuticos, aliviam o stress, a ansiedade e evitam até doenças cardíacas
por Verônica Mambrini
Perseguidos em diferentes épocas e vítimas históricas de preconceito, os gatos estão ganhando absolvição por meio de um papel inesperado: o de terapeutas. Em seu recém-lançado livro “La Ronron Thérapie”, a jornalista francesa Véronique Aïache explica, devidamente ancorada por trabalhos científicos, como o convívio com um bichano pode melhorar a vida das pessoas. Ela relata, por exemplo, pesquisas como a do veterinário francês Jean-Yves Gauchet, que testou o poder do ronrom – o som emanado pelos gatos quando estão em repouso – em 250 voluntários, submetidos a uma gravação de 30 minutos do ruído de Rouky, o gato do veterinário. Ao fim do estudo, os participantes declararam sentir mais bem-estar, serenidade e uma facilidade maior para dormir. O poder tranquilizante dos felinos foi o porto seguro da gerente comercial Cris Sakuraba, 46 anos. “Não desmerecendo o medicamento, mas minha gatinha mudou minha vida”, diz. Cris sofria de ansiedade, stress, depressão e agorafobia (medo de espaços abertos ou aglomerações), doenças que estavam minando sua qualidade de vida.“Agora estou 95% curada dos problemas.” A gatoterapeuta Marisa Paes afirma que é capaz de fazer até quem não gosta dos bichanos se beneficiar da presença deles. “Mesmo quem tem medo de gato me procura. Comigo como mediadora, a pessoa vai se desbloqueando”, afirma.
Os tratamentos terapêuticos envolvendo animais começaram a ser desenvolvidos no Brasil no começo da década de 50, pela psiquiatra Nise da Silveira. O tratamento foi uma alternativa com resultados palpáveis às terapêuticas agressivas, como lobotomia e eletrochoque. “Com o gato ronronando no colo, por exemplo, a pessoa desacelera, pois ocorre a mudança de frequência das ondas cerebrais do estado de alerta para o relaxamento”, diz Hannelore Fuchs, doutora em psicologia e especialista na relação do ser humano com o animal. Faz sentido. A frequência do ronrom é entre 25 e 50 hertz, a mesma utilizadas na medicina esportiva para acelerar cicatrizações e recuperar lesões. No ano passado, a gigante de tecnologia Apple lançou em parceria com o veterinário Gauchet um aplicativo para iPhone que usa o ronrom para amenizar os efeitos que a diferença de fuso horário em viagens provoca. Um estudo de 2008 da Universidade de Minesota, nos Estados Unidos, mostrou que um bichano em casa reduz em até 30% o risco de ataque cardíaco, por ajudar a relaxar e aliviar o stress. Só não pode ser alérgico a pelos.
Não é o Máximooooooooooo?!
Beijos a todos... :)
Ronronterapia
Gatos têm poderes terapêuticos, aliviam o stress, a ansiedade e evitam até doenças cardíacas
por Verônica Mambrini
Perseguidos em diferentes épocas e vítimas históricas de preconceito, os gatos estão ganhando absolvição por meio de um papel inesperado: o de terapeutas. Em seu recém-lançado livro “La Ronron Thérapie”, a jornalista francesa Véronique Aïache explica, devidamente ancorada por trabalhos científicos, como o convívio com um bichano pode melhorar a vida das pessoas. Ela relata, por exemplo, pesquisas como a do veterinário francês Jean-Yves Gauchet, que testou o poder do ronrom – o som emanado pelos gatos quando estão em repouso – em 250 voluntários, submetidos a uma gravação de 30 minutos do ruído de Rouky, o gato do veterinário. Ao fim do estudo, os participantes declararam sentir mais bem-estar, serenidade e uma facilidade maior para dormir. O poder tranquilizante dos felinos foi o porto seguro da gerente comercial Cris Sakuraba, 46 anos. “Não desmerecendo o medicamento, mas minha gatinha mudou minha vida”, diz. Cris sofria de ansiedade, stress, depressão e agorafobia (medo de espaços abertos ou aglomerações), doenças que estavam minando sua qualidade de vida.“Agora estou 95% curada dos problemas.” A gatoterapeuta Marisa Paes afirma que é capaz de fazer até quem não gosta dos bichanos se beneficiar da presença deles. “Mesmo quem tem medo de gato me procura. Comigo como mediadora, a pessoa vai se desbloqueando”, afirma.
Os tratamentos terapêuticos envolvendo animais começaram a ser desenvolvidos no Brasil no começo da década de 50, pela psiquiatra Nise da Silveira. O tratamento foi uma alternativa com resultados palpáveis às terapêuticas agressivas, como lobotomia e eletrochoque. “Com o gato ronronando no colo, por exemplo, a pessoa desacelera, pois ocorre a mudança de frequência das ondas cerebrais do estado de alerta para o relaxamento”, diz Hannelore Fuchs, doutora em psicologia e especialista na relação do ser humano com o animal. Faz sentido. A frequência do ronrom é entre 25 e 50 hertz, a mesma utilizadas na medicina esportiva para acelerar cicatrizações e recuperar lesões. No ano passado, a gigante de tecnologia Apple lançou em parceria com o veterinário Gauchet um aplicativo para iPhone que usa o ronrom para amenizar os efeitos que a diferença de fuso horário em viagens provoca. Um estudo de 2008 da Universidade de Minesota, nos Estados Unidos, mostrou que um bichano em casa reduz em até 30% o risco de ataque cardíaco, por ajudar a relaxar e aliviar o stress. Só não pode ser alérgico a pelos.
Não é o Máximooooooooooo?!
Beijos a todos... :)
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
Genteeeeeeeeeeeeemmmmmmmmmm...
Claro que eu não podia deixar de colocar minha 'sobrinha' brincando, né?! Vocês vão entender do que eu estou falando, quando virem essa coisinha lindaaaaaaaaaa...
Beijos e divirtam-se!!!!
http://www.youtube.com/watch?v=t8T4St12Qyk
Beijos e divirtam-se!!!!
http://www.youtube.com/watch?v=t8T4St12Qyk
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
Vocês Sabiam?!
Não é difícil dar remedinho para os gatinhos quando eles estão doentinhos... vejam esse vídeo e confiram!!!!
Beijos ...
http://www.felinevideos.vet.cornell.edu/pill_or_capsule/full_movie.htm
Beijos ...
http://www.felinevideos.vet.cornell.edu/pill_or_capsule/full_movie.htm
Noooossssaaaa... Eu dei uma sumida, né?!
... mas , são acontecimentos da vida; o meu gatinho mais velho, o Brunninho teve uma crise feia de bronquite, pessoal; é aterrorizante ver o estado que ele fica... daí, tive que cuidar dele, né?!
Agora já de volta, eu começo a postar mais algums itens importantes para todos que precisarem e puderem se beneficiar dessas informações; antes, quero recomeçar com um vídeo muito lindo; e é claro, tinha que ser sobre o amor incondicional desses nossos parceirinhos, os animais...
Vejam e depois comentem, se quiserem ,tá?!
Beijos à todos...
http://g1.globo.com/mundo/noticia/2010/11/cadela-adota-porquinho-rejeitado-na-espanha.html#%23
Agora já de volta, eu começo a postar mais algums itens importantes para todos que precisarem e puderem se beneficiar dessas informações; antes, quero recomeçar com um vídeo muito lindo; e é claro, tinha que ser sobre o amor incondicional desses nossos parceirinhos, os animais...
Vejam e depois comentem, se quiserem ,tá?!
Beijos à todos...
http://g1.globo.com/mundo/noticia/2010/11/cadela-adota-porquinho-rejeitado-na-espanha.html#%23
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